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Moda urbana feminina: quebrando as normas de género na moda.

Moda urbana feminina: quebrando as normas de género na moda.

Tradicionalmente, o streetwear era visto como um espaço dominado por homens, mas nos últimos anos, as mulheres não só entraram na conversa, como a redefiniram. O que antes era um clube do bolinha com hoodies oversized, calças largas e ténis, tornou-se um espaço mais inclusivo, com estilistas, influenciadoras e consumidoras a ultrapassarem limites e a criarem o seu próprio espaço no mundo da moda urbana.

Historicamente, o streetwear estava ligado a subculturas dominadas por homens, como o skate e o hip-hop, o que pode ter contribuído para a sua estética masculina. No entanto, com a evolução do streetwear, as mulheres conseguiram libertar-se das normas tradicionais de moda de género, adotando silhuetas oversized e andróginas, bem como ténis, de formas que antes eram consideradas não convencionais para o público feminino. Esta mudança criou um espaço para a fluidez de género na moda streetwear, onde as mulheres já não estão confinadas aos cortes ou estilos tipicamente "femininos".

A ascensão de marcas de streetwear lideradas por mulheres também contribui para esta evolução. Designers como Yoon Ahn, da Ambush, e Emily Oberg, da Sporty & Rich, abriram espaço para as mulheres numa indústria dominada por homens. Estas marcas não só criam roupas pensadas para mulheres, como também transformam a narrativa sobre o que o streetwear pode ser: chique, elegante e inclusivo.

Além disso, ícones femininos como Rihanna, que mistura consistentemente streetwear com alta-costura, ajudaram a quebrar as barreiras de género que antes existiam neste universo. A ascensão de plataformas de redes sociais como o Instagram permitiu que as mulheres exibissem os seus looks streetwear, ganhando visibilidade e mudando a perceção de que o streetwear é exclusivo para homens.